Quinta, 24 Julho 2014
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Santa Casa da Misericórdia de Arcos de Valdevez dá respostas às necessidades que no passado eram procuradas fora do concelho – Hemodiálise estará disponível até ao Verão PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

No passado dia 22 de Janeiro Francisco Araújo, presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, na qualidade de Provedor da Santa Casa da Misericórdia deu uma entrevista à Rádio Valdevez para falar das valências e funcionalidade desta instituição.

 

Desde que foi eleito que o Provedor afirma ter tido a preocupação de dar continuidade ao trabalho que se encontrava a ser desenvolvido pela anterior gestão e de implementar um conjunto de acções que abarcassem os propósitos do organismo.

Assim, segundo o mesmo, inicialmente, foi encetado o projecto Vilagerações, onde se realizaram investimentos vultuosos, foi criada uma Creche e uma pré-primária e ainda dadas melhores condições às crianças necessitadas que vivem no Lar.

Após estas iniciativas, Francisco Araújo, afirmou que o passo seguinte foi a criação de uma Unidade de Cuidados Continuados. Projecto que já se encontra a laborar há seis meses no Vilagerações e integra uma rede nacional que tem três anos.

Revelando-se um sucesso, neste momento trata-se de uma circunstância única no Distrito porque abarca todas as áreas dos cuidados continuados; é a maior do Distrito de V.Castelo e uma das maiores do país. Com lotação a 100%, tem as 56 camas disponíveis ocupadas por utentes de Arcos de Valdevez e de fora do concelho – 28 camas na Unidade de Cuidados de Média duração e mais 28 na de Longa duração.

 

A apoiar a sua actividade, a S. Casa tem no Vilagerações, entre médicos, enfermeiros, auxiliares, nutricionistas e fisiatras, cerca de 165 pessoas. Segundo Francisco Araújo são “Pessoas qualificadas que todos os dias dão o seu contributo para o desenvolvimento da sua missão, desenvolvem a sua actividade de forma cuidada e sem qualquer tipo de exposição, no sentido de valorizar a entidade”, e, acrescentou ainda que, “de forma convencionada damos apoio às actividades do Estado”. Esta é uma unidade importante e representa o alargamento das actividades da Instituição a novas áreas”. No passado falávamos mais em Lares, Centros de Dia e apoio domiciliário.

Hoje falamos de um serviço que apoia de forma exemplar as pessoas que necessitam de cuidados.”

Para a Santa Casa da Misericórdia de Arcos de Valdevez, a qualidade dos serviços prestados aos utentes é uma prioridade, e, por querer ter mais capacidade a vários níveis, é-lhe exigido sempre mais dedicação e empenhamento.

Desta feita, em projecto, e de forma a “fazer jus àquele que é o Património que a instituição representa”, tem ainda a intenção de criar uma Clínica Fisiatrica; de, até ao Verão, ter disponível para todos os arcuenses e utentes a unidade de Hemodiálise; aumentar de 75 para 100 utentes o número de pessoas apoiadas no serviço de apoio domiciliário – “um serviço extraordinário no âmbito do apoio à higienização, na alimentação e combate à solidão”; a requalificação do Lar Soares Pereira – “de forma a poder servir melhor os utentes”; aumentar o número de camas disponíveis na Unidade de Cuidados Continuados; criar uma Unidade de Cirurgia Ambulatória no Hospital de S.José para cirurgias que não precisem de internamento e o projecto da possível construção de um parque de campismo na mata junto ao Vilagerações – uma mata de mais de 8 hectares de extensão que se encontra a ser limpa e tratada.

Outra das preocupações do Provedor e Irmãos tem sido a catalogação e inventário de todo o espólio da Santa Casa “para que o Património não se perca” – “um trabalho feito no silêncio por pessoas qualificadas que é de extrema importância”. Aliada a esta actividade têm também sido realizados estudos minuciosos com o intuito de se ficar a conhecer um pouco mais o Património e história da Misericórdia”, prevendo-se que “este tipo de acervo documental esteja disponibilizado num museu e arquivo com a possibilidade de ser visitado e consultado”, pois segundo Francisco Araújo, a “S. Casa tem uma parte grande e importante na história do concelho que não deve ser esquecida”.

O organismo tem também como parceira a Universidade Sénior – “actividade muito importante na componente cultural que muito honra e dignifica a instituição e que tem permitido o envolvimento de muitos arcuenses e pessoas de fora do concelho, conferindo ao território um certo vanguardismo”. Devido a todos os serviços que presta, “é uma instituição muito importante para o concelho e os arcuenses, e, todo o trabalho lá realizado repercute-se no bem-estar dos munícipes e de todos os utentes”.

Em suma, a Santa Casa da Misericórdia de Arcos de Valdevez faz apoio domiciliário, tem centro de convívio, refeitório comunitário, formação profissional, faz consultas de especialidade (faz mensalmente cerca de 1000 exames), tem empresa de inserção (construção civil), Lar Juvenil, centro de actividades e tempos livres, creche/jardim-de-infância (110 crianças), Lar de idosos, a Igreja da Misericórdia, uma unidade móvel de saúde e o Centro Social Integrado Vilagerações que integra espaço de animação e de actividades, tratamento de geriatria, nutricionismo, podologia, serviço de tele-assistência, serviço médico, fisioterapia, ginásio, hidro-ginástica, SPA, massagens, cabeleireiro, manicure, tratamentos de beleza, economato, cozinha (são confeccionadas cerca de 800 refeições por dia), lavandaria (lava por mês 10 toneladas de roupa), áreas técnicas, arrecadações e armazenamento, espaço de meditação e capela mortuária, área coberta de expansão, destinada à compartimentação futura e ao desenvolvimento de novas actividades, observação e cuidados de saúde para dependentes e semi-dependentes, através do tratamento e vigilância médica, assim como serviços de enfermagem e medicação.

Quando questionado sobre a sua possível recandidatura a Provedor da Instituição, Francisco Araújo referiu que “acabo o mandato no próximo ano e se, porventura, os Irmãos acharem que a minha recandidatura é boa para a Santa Casa, esta será uma hipótese.

Tenho pelo organismo um carinho especial, atendendo à sua história, ao desenvolvimento das suas actividades, e, por ter a convicção que se trata de uma instituição importante para o concelho, principalmente em situação de crise.

É importante, necessária e deve ter o envolvimento de todos os portugueses”.

 

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