Festa da Misericórdia

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Na passada sexta –feira, dia 2 de junho, colaboradores da Santa Casa da Misericórdia de Arcos de Valdevez, prepararam a Festa da Misericórdia, assim designada no programa da Semana Aberta.

À hora combinada, e ao som da música da Salvador Sobral “Amar pelos Dois”, os utentes do Centro de Atividades Ocupacionais abriram a festa e proporcionaram um momento maravilhoso de dança aos presentes. Seguidamente, foi a vez das utentes do Lar de Infância e Juventude presentearem o público com uma coreografia preparada por elas e pela professora de dança Marta Morais.

Tertúlia "Neglicência e maus Tratos na Infância, o que ainda está por fazer"

semanaaberta1 dia1Após as atividades do dia da criança nas Creches, Jardim de Infância e CATL da Misericórdia de Arcos de Valdevez foi a vez dos adultos pensarem na forma como tratam as mesmas.

Para abordar a temática foram convidados o Prof. Doutor António Fonseca da Universidade Católica Portuguesa, e Prof.ª Doutora Catarina Ribeiro, do Instituto de Medicina Legal do Porto.

Agradecendo o convite feito pela Misericórdia de Arcos de Valdevez, os oradores tiveram como mote de partida três casos verídicos e recentes, retirados da imprensa nacional, todos com um elemento comum: maus tratos a crianças. Contudo, o extracto social e o tipo de violência diferiam.

Segundo dia da Semana Aberta dedicado à Ãrea da Saúde

semanaaberta1 dia31Pelas 21h30 min, no auditório do Hospital de S. José profissionais de diferentes quadrantes, utentes, familiares e colaboradores, juntaram-se para a sessão “Cuidados Paliativos – 3 anos, 3 experiências”. Os oradores foram o Prof. Doutor Manuel Luís Capelas, do Observatório Português de Cuidados Paliativos, a Enfermeira Diana Isabel Sequeira, da Equipa Domiciliária de Cuidados Paliativos – Humanizar e a Enfermeira Isabel Carvalho, como familiar. Esta sessão foi mediada pela Enfermeira Vânia Afonso.

O Prof. Doutor Manuel Luís Capelas iniciou a sua intervenção referindo a importância desta temática, uma vez que todos têm o direito de viver os últimos dias de forma digna. Além disso, é importante “normalizar” a temática da morte uma vez que é das poucas certezas com que nascemos. Devido à forma como ensinam a lidar com a doença e, principalmente com a dor, à necessidade de adaptação da vida familiar, aos sentimentos existentes, entre outras funções, justifica-se a existência destas equipas. Por fim, disse que é muito importante a equipa ser multidisciplinar para dar resposta à dimensão holística. Terminou a sua intervenção com o lema para 2017 “Não deixemos ninguém a sofrer para trás”.

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